Café brasileiro: queda no arábica enquanto robusta atinge marca histórica, aponta USDA
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
O país detém o quarto maior rebanho mundial e aposta em genética de ponta para elevar exportações no setor.
Fluxo global projeta 62,8 milhões de toneladas com destaque para exportações asiáticas e novos patamares de consumo.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Valorização dos insumos em novembro levou a relação de troca ao pior nível do semestre para o produtor paulista.
Com safra histórica e expansão nos embarques, país assume a dianteira do comércio mundial, superando a fatia americana.
Estratégias como estação de monta e IATF garantem bezerros mais pesados e aceleram o retorno financeiro do produtor rural.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
A população rural sem cadastro formal no campo é o grupo de maior risco de crédito. O índice de inadimplência atinge 10,5% nesse segmento.
Chuvas regulares e temperaturas amenas em países como França e Alemanha garantiram o melhor rendimento por hectare já registrado.
O setor suinícola brasileiro navega em equilíbrio de preços internos, mas atenção está no cenário global, com potencial de ganhos externos.
Projeções do USDA para 2026 indicam que a carne de frango atingirá um pico histórico nas exportações mundiais, enquanto as remessas de bovinos e suínos devem diminuir.
Enquanto a América do Sul projeta safra recorde de trigo, oleaginosas no Leste Europeu enfrentam queda significativa na área colhida e no rendimento.
O setor enfrenta pressão de crédito. Grandes proprietários de terras registram alta taxa de inadimplência, a segunda maior do agronegócio.
O setor agropecuário vê o valor de cada dívida negativada crescer de forma acelerada. O montante total do calote aumentou 26,5%.
Precipitação acima do limite ideal compromete colheita e qualidade do produto final processado.
A saúde financeira do campo exige atenção. O score de crédito da população rural registra queda, enquanto a inadimplência e os pedidos de recuperação crescem.
USDA projeta forte expansão do cereal na América do Sul e Europa, enquanto a Indonésia enfrenta queda na oleaginosa.
Safra recorde impulsiona crescimento de 11,6% no PIB do agro, mas outubro registrou queda de 9,9 mil vagas formais.
Preço do Fosfato Monoamônico (MAP) recua, mas o poder de troca com as commodities segue desfavorável. Estoques globais pressionam o setor.
A estabilidade no preço do Cloreto de Potássio (KCl) se mantém. Estoques no Brasil e EUA e a ausência de compradores chineses ditam o ritmo.
A alta no volume total confinado se deve à ampliação das operações em fazendas com maior capacidade estática. Com menos confinadores, o setor de grande porte sustentou o crescimento em Mato Grosso.
Com a maior parte da 1ª safra semeada, a demanda interna por nitrogenados é cautelosa. Produtores buscam Sulfato de Amônio em substituição à Ureia.
A valorização acelerada do boi gordo melhorou a relação de troca, que alcançou 5,85 sc/@ em 2025. Este cenário contribuiu para a sustentação das margens da atividade.
Relatório da CNA aponta o avanço chinês no fornecimento de fertilizantes, superando o volume russo no acumulado do ano. Demanda global pressiona a ureia.
Produtores com estruturas menores de confinamento buscam a Terminação Intensiva a Pasto ou semi-confinamento. A mudança visa manter a intensificação da atividade, mas com alternativas ao modelo tradicional.
Mesmo com menos pecuaristas, número de animais confinados cresce e margens se mantêm positivas.
Queda nas cotações de UHT, muçarela e pó afeta o faturamento da agroindústria. O mercado projeta piora de até 10% nas margens.
A adoção de critérios éticos na criação do gado é uma megatendência que agrega valor e garante o acesso a novos e exigentes nichos de mercado.