Boi pode disparar em 2026, mas cenário de superoferta preocupa pecuaristas
Alta nos preços anima o setor, mas custos elevados e risco de superoferta podem virar o jogo e pressionar a rentabilidade ao longo do ano
Alta nos preços anima o setor, mas custos elevados e risco de superoferta podem virar o jogo e pressionar a rentabilidade ao longo do ano
Com margens pressionadas e área sem reação, Brasil segue dependente de importações para equilibrar o mercado interno.
Baixos preços e crédito restrito desestimulam plantio; exportações brasileiras podem chegar a 2,1 milhões de toneladas.
País deve embarcar 14,5 milhões de fardos em 2025/26; logística mais eficiente e retomada da China sustentam o avanço
Cadeia produtiva nacional registra alta “assustadora” em dez anos, superando o ritmo de expansão dos maiores produtores globais
Redução de 0,7% no volume total é impulsionada pelo desempenho de laranjas tardias abaixo do esperado.
Relatório do USDA mostra alta nos estoques de milho, soja e trigo em 2025, com maior retenção nas fazendas e recuo no uso da soja.
Setor ocupa 26% dos brasileiros, avança em formalização e escolaridade e reforça papel estratégico na economia.
Pacto cria cotas para proteínas e commodities e reduz tarifas gradualmente, mas efetividade depende de exigências regulatórias e sanitárias
Guerra e chuvas intensas reduzem o ritmo das exportações, forçando produtores a estocar trigo de qualidade e buscar mercados fora da Europa.
A safra cafeeira 2024/25 enfrentou políticas tarifárias desafiadoras, mas contou com alta das cotações para garantir o resultado do setor
Baixa oferta e exportações firmes elevaram cotações, mas proteína segue como opção econômica em relação ao boi.
Com o plantio em seu nível mais baixo desde 2020, a produção brasileira de trigo em 2025 reflete a cautela do produtor após prejuízos climáticos no ano anterior
Frango destina mais de um terço da produção ao exterior, enquanto suínos e ovos são mais fortes no consumo interno.
Com produção histórica de 171,48 milhões de toneladas, o Brasil lidera o mercado mundial, mas enfrenta as menores cotações desde 2019.
Queda na oferta do grão carioca leva reserva nacional a volume suficiente para apenas duas semanas de consumo
Desvalorização real acumulada no ano atinge R$ 1,9966 por litro em dezembro; altos estoques e custos limitam ganhos.
Setor supera foco de gripe aviária no RS, mantém exportações firmes e melhora margens
Mesmo com recuo na produção das grandes potências agrícolas do Hemisfério norte o mercado mundial manteve estabilidade e preços firmes em 2025.
O setor cafeeiro registra preços recordes sob impacto de clima irregular e estoques globais reduzidos.
Com estoques elevados e liquidez travada, produtor enfrenta forte queda de rentabilidade ao longo de 2025.
Setor atinge 8,1 milhões de toneladas até setembro com descarte de matrizes compensando a menor oferta de machos gordos.
Preços internos e externos recuaram em 2025, com exportações 11,6% menores e receita em queda de 24%, mesmo com restrições de oferta no Brasil.
Relatório americano mostra o Brasil com baixo volume de compras agrícolas dos EUA, mas em disputa por mercados globais.
Setor registra volumes recordes de exportação, enquanto monitora novas exigências no mercado chinês.
O aumento na oferta mundial busca recompor estoques baixos e atender ao consumo aquecido nos Estados Unidos e Europa.
Avanço na agroindústria e recordes de produção elevam a participação do setor para 5,7% da economia nacional.
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
O país detém o quarto maior rebanho mundial e aposta em genética de ponta para elevar exportações no setor.
Fluxo global projeta 62,8 milhões de toneladas com destaque para exportações asiáticas e novos patamares de consumo.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.