Carne suína fecha 2025 valorizada e mantém vantagem frente à bovina
Baixa oferta e exportações firmes elevaram cotações, mas proteína segue como opção econômica em relação ao boi.
Baixa oferta e exportações firmes elevaram cotações, mas proteína segue como opção econômica em relação ao boi.
Com o plantio em seu nível mais baixo desde 2020, a produção brasileira de trigo em 2025 reflete a cautela do produtor após prejuízos climáticos no ano anterior
Frango destina mais de um terço da produção ao exterior, enquanto suínos e ovos são mais fortes no consumo interno.
Com produção histórica de 171,48 milhões de toneladas, o Brasil lidera o mercado mundial, mas enfrenta as menores cotações desde 2019.
Queda na oferta do grão carioca leva reserva nacional a volume suficiente para apenas duas semanas de consumo
Desvalorização real acumulada no ano atinge R$ 1,9966 por litro em dezembro; altos estoques e custos limitam ganhos.
Setor supera foco de gripe aviária no RS, mantém exportações firmes e melhora margens
Mesmo com recuo na produção das grandes potências agrícolas do Hemisfério norte o mercado mundial manteve estabilidade e preços firmes em 2025.
O setor cafeeiro registra preços recordes sob impacto de clima irregular e estoques globais reduzidos.
Com estoques elevados e liquidez travada, produtor enfrenta forte queda de rentabilidade ao longo de 2025.
Setor atinge 8,1 milhões de toneladas até setembro com descarte de matrizes compensando a menor oferta de machos gordos.
Preços internos e externos recuaram em 2025, com exportações 11,6% menores e receita em queda de 24%, mesmo com restrições de oferta no Brasil.
Relatório americano mostra o Brasil com baixo volume de compras agrícolas dos EUA, mas em disputa por mercados globais.
Setor registra volumes recordes de exportação, enquanto monitora novas exigências no mercado chinês.
O aumento na oferta mundial busca recompor estoques baixos e atender ao consumo aquecido nos Estados Unidos e Europa.
Avanço na agroindústria e recordes de produção elevam a participação do setor para 5,7% da economia nacional.
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
O país detém o quarto maior rebanho mundial e aposta em genética de ponta para elevar exportações no setor.
Fluxo global projeta 62,8 milhões de toneladas com destaque para exportações asiáticas e novos patamares de consumo.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Valorização dos insumos em novembro levou a relação de troca ao pior nível do semestre para o produtor paulista.
Com safra histórica e expansão nos embarques, país assume a dianteira do comércio mundial, superando a fatia americana.
Estratégias como estação de monta e IATF garantem bezerros mais pesados e aceleram o retorno financeiro do produtor rural.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
A população rural sem cadastro formal no campo é o grupo de maior risco de crédito. O índice de inadimplência atinge 10,5% nesse segmento.
Chuvas regulares e temperaturas amenas em países como França e Alemanha garantiram o melhor rendimento por hectare já registrado.
O setor suinícola brasileiro navega em equilíbrio de preços internos, mas atenção está no cenário global, com potencial de ganhos externos.
Projeções do USDA para 2026 indicam que a carne de frango atingirá um pico histórico nas exportações mundiais, enquanto as remessas de bovinos e suínos devem diminuir.
Enquanto a América do Sul projeta safra recorde de trigo, oleaginosas no Leste Europeu enfrentam queda significativa na área colhida e no rendimento.