América Central e México elevam produção de café com liderança de Honduras
Safra regional deve atingir 17,6 milhões de sacas em 2025/26, puxada pela recuperação hondurenha.
Safra regional deve atingir 17,6 milhões de sacas em 2025/26, puxada pela recuperação hondurenha.
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
O país detém o quarto maior rebanho mundial e aposta em genética de ponta para elevar exportações no setor.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Trigo diverge entre estados, algodão segue estável e arroz reage com expectativa positiva para leilões.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Feijão firme apesar de queda no PR, soja recupera farelo, milho segue fraco e mandioca recua menos.
Citros caem na UE e sobem nos EUA, ovos têm menor preço desde 2022 e frango perde força no fim do ano.
Suínos sobem com festas e boi valoriza cortes de churrasco no fim do ano.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
Café exporta menos mas fatura mais, algodão recua em produção e arroz reage levemente nos preços.
Confinamento projeta retorno positivo, açúcar oscila, etanol bate recorde e trigo segue pressionado.
Feijão recua com menor oferta, soja aquece no spot, milho cai com demanda fraca e mandioca segue em baixa.
Frango sobe com oferta menor, ovos recuam apesar de recorde e citros projetam safra abaixo de 300 mi caixas.
Boi mantém preços firmes com oferta baixa; suínos têm maior queda exportadora desde 2015, mas abates recordes.
Tilápia segue firme, arroz recua, chuvas animam café e algodão avança para recorde de exportações.
Safra recorde impulsiona crescimento de 11,6% no PIB do agro, mas outubro registrou queda de 9,9 mil vagas formais.
Trigo diverge entre regiões, banana sobe no Vale, etanol mantém alta e açúcar volta a cair.
Milho mantém alta, mandioca recua forte, soja negocia devagar e feijão bate recorde de exportações.
A alta no volume total confinado se deve à ampliação das operações em fazendas com maior capacidade estática. Com menos confinadores, o setor de grande porte sustentou o crescimento em Mato Grosso.
Frango recua após três meses de alta, ovos perdem poder de compra e limão tahiti reage.
A valorização acelerada do boi gordo melhorou a relação de troca, que alcançou 5,85 sc/@ em 2025. Este cenário contribuiu para a sustentação das margens da atividade.
Consumo interno e exportações sustentam o boi, enquanto suínos mantêm preços estáveis e ganham espaço externo.
Algodão recua pelo sexto mês, arroz cai a mínima em 4 anos e café oscila sem sair do patamar.
Maçã sobe com oferta baixa, etanol tem negócios pontuais, açúcar reage e trigo recua com safra argentina.
Preços agrícolas variam: mandioca recua, soja atrasa plantio, milho sobe e feijão mantém queda.
Relatórios internacionais apontam desafios em biotecnologia, laticínios e comércio agrícola em diversos países.
Mesmo com menos pecuaristas, número de animais confinados cresce e margens se mantêm positivas.
Umidade favorece citros, mas clima extremo preocupa; ovos caem com menor diferença entre branco/vermelho e avicultor perde poder de compra.
Carne suína ganha competitividade e volatilidade do boi gordo cai pela metade em 2025.
Retirada de tarifa dos EUA anima café, arroz tem 10º mês de margem negativa e algodão se sustenta com exportação recorde.
Feriado limita venda de alface, etanol segue firme e dólar sustenta preços do trigo.