Oferta restrita e demanda firme mantêm preços do etanol em alta
Quebras na safra de cana e consumo aquecido de gasolina C sustentam indicadores do combustível em São Paulo
Quebras na safra de cana e consumo aquecido de gasolina C sustentam indicadores do combustível em São Paulo
Chuvas aliviam arábica e pressionam robusta; algodão reage acima da paridade; arroz firme com demanda ativa.
Mamão despenca até 51%, trigo lento, açúcar recua e etanol firme acima de R$ 3/l.
Nova tecnologia da Embrapa simplifica logística de reflorestamento ao unir simbiose natural e alta eficiência técnica
Feijão atinge maior preço em 9 meses; milho e soja recuam; mandioca limita quedas com demanda ativa.
Volume de comércio com o Irã e possíveis tarifas dos EUA elevam importância de gestão e planejamento no agronegócio brasileiro.
Contratos de longo prazo ganham preferência para cumprimento das exportações, enquanto cenário de preços locais manteve estabilidade.
Acordo Mercosul–UE amplia espaço para frango e citros; ovos disparam até 60% na semana.
Mesmo com recuo na produção das grandes potências agrícolas do Hemisfério norte o mercado mundial manteve estabilidade e preços firmes em 2025.
Acordo UE–Mercosul abre espaço limitado para suínos; demanda firme sustenta preços da carne bovina.
Bezerro sobe 26,5% e ágio atinge 37% em Mato Grosso do Sul, impulsionado pela demanda recorde dos confinamentos.
O setor cafeeiro registra preços recordes sob impacto de clima irregular e estoques globais reduzidos.
Algodão exporta recorde, café aquece com alta externa e arroz segue lento à espera de leilões.
Com estoques elevados e liquidez travada, produtor enfrenta forte queda de rentabilidade ao longo de 2025.
Importação de Trigo bate recorde, etanol supera R$ 3/l e açúcar recua com maior oferta.
Setor atinge 8,1 milhões de toneladas até setembro com descarte de matrizes compensando a menor oferta de machos gordos.
Preços internos e externos recuaram em 2025, com exportações 11,6% menores e receita em queda de 24%, mesmo com restrições de oferta no Brasil.
Soja inicia colheita com recorde, mandioca favorecida pelo clima e feijão preto reage com força.
Relatório americano mostra o Brasil com baixo volume de compras agrícolas dos EUA, mas em disputa por mercados globais.
Nova técnica mapeia lavouras com 95% de acerto, facilitando o acesso do agricultor a crédito e políticas públicas.
Tilápia recua nas exportações, ovos iniciam 2026 em forte queda e citros seguem com negócios lentos.
Agrosserviços e biodiesel sustentam a criação de novas vagas, compensando ajustes no campo.
Setor registra volumes recordes de exportação, enquanto monitora novas exigências no mercado chinês.
Suínos estáveis no início do ano e exportações recordes; boi amplia vendas à China, mas enfrenta salvaguardas.
O saldo negativo do setor caiu 15,3% em novembro, impulsionado pela redução nas importações e pelo crescimento das exportações.
Medida de salvaguarda entrou em vigor em janeiro e afeta os principais fornecedores globais, incluindo o Brasil.
Preços do UHT e muçarela recuam no atacado paulista devido à alta captação de leite e demanda retraída no mercado.
Cientistas reuniram mais de 2.600 exemplares, formando uma reserva genética que funciona como “poupança” para o futuro da tilapicultura, responsável por 65% da produção de peixes cultivados no Brasil.
Café inicia 2026 com mercado restrito; robusta tem maior oferta, mas preços seguem pressionados.
Apesar da queda no volume total colhido, salto na produtividade garante resiliência e estabilidade ao setor cerealista.
Etanol cresce no fim do ano e açúcar recua com baixa liquidez nas festas.
Custo da alimentação animal sobe em dezembro, elevando a pressão sobre o produtor em um cenário de leite desvalorizado.