Perspectivas Cepea para o setor de proteína animal em 2026
Frango cresce com exportações, ovos avançam em produção e consumo, e leite exige cautela em 2026.
Frango cresce com exportações, ovos avançam em produção e consumo, e leite exige cautela em 2026.
Milho inicia com estoques altos, citros enfrentam doenças, soja recorde, feijão ajusta consumo e mandioca recua.
Queda de preços na América e avanços no Sudeste Asiático redesenham a competitividade dos grandes exportadores mundiais.
O aumento na oferta mundial busca recompor estoques baixos e atender ao consumo aquecido nos Estados Unidos e Europa.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Safra regional deve atingir 17,6 milhões de sacas em 2025/26, puxada pela recuperação hondurenha.
Produção de leite recua 0,5% em 2026, mas exportações de queijo atingem 425 mil toneladas.
O uso de touros selecionados via inseminação artificial transforma a estrutura do rebanho e garante bezerros mais pesados na régua.
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
Produção argentina deve subir para 12 milhões de toneladas em 2026, mas consumo interno pode despencar 31%.
Produção de Robusta deve alcançar 30,8 milhões de sacas em 2025/26, reforçando papel estratégico no mercado global.
O país detém o quarto maior rebanho mundial e aposta em genética de ponta para elevar exportações no setor.
Fluxo global projeta 62,8 milhões de toneladas com destaque para exportações asiáticas e novos patamares de consumo.
Com preços mais baixos e produção 3% maior, os EUA devem exportar 621 mil toneladas de queijo em 2026.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Tendência de menos fazendas e mais eficiência deve gerar crescimento de 1,8% na produção australiana em 2026.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.
Preços elevados na Europa e retração nos EUA devem reduzir as remessas do produto em 2026.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Trigo diverge entre estados, algodão segue estável e arroz reage com expectativa positiva para leilões.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Resíduo rural garante luz estável quando reservatórios baixam e sistemas fotovoltaicos param durante o horário noturno.
Feijão firme apesar de queda no PR, soja recupera farelo, milho segue fraco e mandioca recua menos.
Sincronizar a gestação das matrizes com a oferta de forragem reduz perdas e otimiza o desenvolvimento dos lotes.
Valorização dos insumos em novembro levou a relação de troca ao pior nível do semestre para o produtor paulista.
Iniciativa reconhece fazendas leiteiras que alcançaram os melhores resultados no país, em desempenho econômico, produtivo e nutricional, com apoio da ferramenta Monitor Margin Milk (MMM) da De Heus.
Com safra histórica e expansão nos embarques, país assume a dianteira do comércio mundial, superando a fatia americana.
Citros caem na UE e sobem nos EUA, ovos têm menor preço desde 2022 e frango perde força no fim do ano.
Estratégias como estação de monta e IATF garantem bezerros mais pesados e aceleram o retorno financeiro do produtor rural.
Suínos sobem com festas e boi valoriza cortes de churrasco no fim do ano.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
Café exporta menos mas fatura mais, algodão recua em produção e arroz reage levemente nos preços.