Tecnologia de ponta eleva produtividade do leite nos EUA e reduz uso de hormônio
Investimento em sistemas computadorizados e melhoria genética garante salto de 32% na oferta de leite e aposenta estimulantes artificiais
Investimento em sistemas computadorizados e melhoria genética garante salto de 32% na oferta de leite e aposenta estimulantes artificiais
Estratégia setorial chinesa mantém meta de 700 milhões de toneladas de grãos e reforça coordenação entre produção interna e compras externas
Alta nos preços anima o setor, mas custos elevados e risco de superoferta podem virar o jogo e pressionar a rentabilidade ao longo do ano
Especialização técnica, genética e padronização são apontadas como caminho para acessar mercados que pagam mais pela carne
Necessidade de diversificar mercados exigem customização da oferta, dados e boas práticas para reduzir riscos e remunerar melhor o produtor
Com alta de 7% e exportações em alta, avicultura paulista reforça biossegurança para sustentar crescimento e competitividade.
Embarques de aves cresceram 3,6% e de suínos avançaram 9,7%, impulsionados pela ampliação de mercados e aumento das compras em destinos-chave.
Baixa oferta e exportações firmes elevaram cotações, mas proteína segue como opção econômica em relação ao boi.
Relatórios da CME mostram maior liquidez nas opções de gado vivo com vencimento em fevereiro, às vésperas da expiração dos contratos.
Desvalorização real acumulada no ano atinge R$ 1,9966 por litro em dezembro; altos estoques e custos limitam ganhos.
Estudo aponta que eficiência no campo e produtividade de grãos são chaves para reduzir consumo de água diante do clima imprevisível.
Bezerro sobe 26,5% e ágio atinge 37% em Mato Grosso do Sul, impulsionado pela demanda recorde dos confinamentos.
Setor atinge 8,1 milhões de toneladas até setembro com descarte de matrizes compensando a menor oferta de machos gordos.
Mesmo com recuo na ração, alta em outros insumos e no milho eleva custos operacionais e aperta rentabilidade no campo.
Setor registra volumes recordes de exportação, enquanto monitora novas exigências no mercado chinês.
Adoção de protocolos contra brucelose reduz prejuízos reprodutivos e fortalece a competitividade do setor.
O saldo negativo do setor caiu 15,3% em novembro, impulsionado pela redução nas importações e pelo crescimento das exportações.
Medida de salvaguarda entrou em vigor em janeiro e afeta os principais fornecedores globais, incluindo o Brasil.
Preços do UHT e muçarela recuam no atacado paulista devido à alta captação de leite e demanda retraída no mercado.
Custo da alimentação animal sobe em dezembro, elevando a pressão sobre o produtor em um cenário de leite desvalorizado.
Excesso de oferta e custos em alta reduzem as margens dos produtores, com preços recuando 5,9% em outubro.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Produção de leite recua 0,5% em 2026, mas exportações de queijo atingem 425 mil toneladas.
O uso de touros selecionados via inseminação artificial transforma a estrutura do rebanho e garante bezerros mais pesados na régua.
Produção de leite da UE deve cair 0,5% em 2026, afetada por regras ambientais e doenças animais.
Produção argentina deve subir para 12 milhões de toneladas em 2026, mas consumo interno pode despencar 31%.
Com preços mais baixos e produção 3% maior, os EUA devem exportar 621 mil toneladas de queijo em 2026.
Tendência de menos fazendas e mais eficiência deve gerar crescimento de 1,8% na produção australiana em 2026.
Preços elevados na Europa e retração nos EUA devem reduzir as remessas do produto em 2026.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Sincronizar a gestação das matrizes com a oferta de forragem reduz perdas e otimiza o desenvolvimento dos lotes.
Iniciativa reconhece fazendas leiteiras que alcançaram os melhores resultados no país, em desempenho econômico, produtivo e nutricional, com apoio da ferramenta Monitor Margin Milk (MMM) da De Heus.