Transformações Estruturais: O Novo Rumo do Mercado de Leite
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Produção de Robusta deve alcançar 30,8 milhões de sacas em 2025/26, reforçando papel estratégico no mercado global.
Fluxo global projeta 62,8 milhões de toneladas com destaque para exportações asiáticas e novos patamares de consumo.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Preços elevados na Europa e retração nos EUA devem reduzir as remessas do produto em 2026.
Trigo diverge entre estados, algodão segue estável e arroz reage com expectativa positiva para leilões.
Feijão firme apesar de queda no PR, soja recupera farelo, milho segue fraco e mandioca recua menos.
Valorização dos insumos em novembro levou a relação de troca ao pior nível do semestre para o produtor paulista.
Com safra histórica e expansão nos embarques, país assume a dianteira do comércio mundial, superando a fatia americana.
Citros caem na UE e sobem nos EUA, ovos têm menor preço desde 2022 e frango perde força no fim do ano.
Suínos sobem com festas e boi valoriza cortes de churrasco no fim do ano.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
Café exporta menos mas fatura mais, algodão recua em produção e arroz reage levemente nos preços.
O setor suinícola brasileiro navega em equilíbrio de preços internos, mas atenção está no cenário global, com potencial de ganhos externos.
Confinamento projeta retorno positivo, açúcar oscila, etanol bate recorde e trigo segue pressionado.
Frango sobe com oferta menor, ovos recuam apesar de recorde e citros projetam safra abaixo de 300 mi caixas.
Boi mantém preços firmes com oferta baixa; suínos têm maior queda exportadora desde 2015, mas abates recordes.
USDA projeta forte expansão do cereal na América do Sul e Europa, enquanto a Indonésia enfrenta queda na oleaginosa.
Tilápia segue firme, arroz recua, chuvas animam café e algodão avança para recorde de exportações.
Safra recorde impulsiona crescimento de 11,6% no PIB do agro, mas outubro registrou queda de 9,9 mil vagas formais.
Preço do Fosfato Monoamônico (MAP) recua, mas o poder de troca com as commodities segue desfavorável. Estoques globais pressionam o setor.
Trigo diverge entre regiões, banana sobe no Vale, etanol mantém alta e açúcar volta a cair.
Mais do que ganhos ambientais, a intensificação sustentável da pecuária de corte mostrou ser um negócio altamente rentável, consolidando a viabilidade econômica da produção de baixo carbono.
A estabilidade no preço do Cloreto de Potássio (KCl) se mantém. Estoques no Brasil e EUA e a ausência de compradores chineses ditam o ritmo.
Milho mantém alta, mandioca recua forte, soja negocia devagar e feijão bate recorde de exportações.
Pesquisa da Embrapa detalha rotas de crescimento para o pescado nacional na Europa e Estados Unidos, apontando estratégias para maior competitividade.
A alta no volume total confinado se deve à ampliação das operações em fazendas com maior capacidade estática. Com menos confinadores, o setor de grande porte sustentou o crescimento em Mato Grosso.
Frango recua após três meses de alta, ovos perdem poder de compra e limão tahiti reage.
Com a maior parte da 1ª safra semeada, a demanda interna por nitrogenados é cautelosa. Produtores buscam Sulfato de Amônio em substituição à Ureia.
A valorização acelerada do boi gordo melhorou a relação de troca, que alcançou 5,85 sc/@ em 2025. Este cenário contribuiu para a sustentação das margens da atividade.
Consumo interno e exportações sustentam o boi, enquanto suínos mantêm preços estáveis e ganham espaço externo.
USDA destaca exportações bilionárias e alianças estratégicas, ampliando a competitividade agrícola americana na Ásia-Pacífico.