Safra recorde de café em 2026 impulsiona produção e eleva desafio de rentabilidade
Com custos elevados e possível redução nos preços, especialista alerta que eficiência na gestão será decisiva para transformar volume em resultado sustentável
Com custos elevados e possível redução nos preços, especialista alerta que eficiência na gestão será decisiva para transformar volume em resultado sustentável
Redução de 0,7% no volume total é impulsionada pelo desempenho de laranjas tardias abaixo do esperado.
Relatório do USDA mostra alta nos estoques de milho, soja e trigo em 2025, com maior retenção nas fazendas e recuo no uso da soja.
Setor ocupa 26% dos brasileiros, avança em formalização e escolaridade e reforça papel estratégico na economia.
Pacto cria cotas para proteínas e commodities e reduz tarifas gradualmente, mas efetividade depende de exigências regulatórias e sanitárias
Guerra e chuvas intensas reduzem o ritmo das exportações, forçando produtores a estocar trigo de qualidade e buscar mercados fora da Europa.
Nova regra permite pagamento único após 18 meses para atrair compradores na Ásia e África.
Baixa oferta e exportações firmes elevaram cotações, mas proteína segue como opção econômica em relação ao boi.
Frango destina mais de um terço da produção ao exterior, enquanto suínos e ovos são mais fortes no consumo interno.
Relatórios da CME mostram maior liquidez nas opções de gado vivo com vencimento em fevereiro, às vésperas da expiração dos contratos.
Produção cresce, mas consumo não decola. Clima, preços, frango e importações desafiam o produtor e ampliam o déficit do setor.
Chuvas pressionam citros; frango perde frente à suína, mas ganha sobre bovina; ovos têm menor média em 6 anos.
Queda na oferta do grão carioca leva reserva nacional a volume suficiente para apenas duas semanas de consumo
Desvalorização real acumulada no ano atinge R$ 1,9966 por litro em dezembro; altos estoques e custos limitam ganhos.
Boi firme entre R$ 325–330/@; suínos caem 20%, mas carne brasileira lidera competitividade global.
Setor supera foco de gripe aviária no RS, mantém exportações firmes e melhora margens
Quebras na safra de cana e consumo aquecido de gasolina C sustentam indicadores do combustível em São Paulo
Chuvas aliviam arábica e pressionam robusta; algodão reage acima da paridade; arroz firme com demanda ativa.
Mamão despenca até 51%, trigo lento, açúcar recua e etanol firme acima de R$ 3/l.
Feijão atinge maior preço em 9 meses; milho e soja recuam; mandioca limita quedas com demanda ativa.
Volume de comércio com o Irã e possíveis tarifas dos EUA elevam importância de gestão e planejamento no agronegócio brasileiro.
Acordo Mercosul–UE amplia espaço para frango e citros; ovos disparam até 60% na semana.
Mesmo com recuo na produção das grandes potências agrícolas do Hemisfério norte o mercado mundial manteve estabilidade e preços firmes em 2025.
Acordo UE–Mercosul abre espaço limitado para suínos; demanda firme sustenta preços da carne bovina.
Algodão exporta recorde, café aquece com alta externa e arroz segue lento à espera de leilões.
Com estoques elevados e liquidez travada, produtor enfrenta forte queda de rentabilidade ao longo de 2025.
Importação de Trigo bate recorde, etanol supera R$ 3/l e açúcar recua com maior oferta.
Soja inicia colheita com recorde, mandioca favorecida pelo clima e feijão preto reage com força.
Relatório americano mostra o Brasil com baixo volume de compras agrícolas dos EUA, mas em disputa por mercados globais.
Mesmo com recuo na ração, alta em outros insumos e no milho eleva custos operacionais e aperta rentabilidade no campo.
Tilápia recua nas exportações, ovos iniciam 2026 em forte queda e citros seguem com negócios lentos.
Agrosserviços e biodiesel sustentam a criação de novas vagas, compensando ajustes no campo.