Novo plano agrícola chinês propõe produzir mais e importar menos
Estratégia setorial chinesa mantém meta de 700 milhões de toneladas de grãos e reforça coordenação entre produção interna e compras externas
Estratégia setorial chinesa mantém meta de 700 milhões de toneladas de grãos e reforça coordenação entre produção interna e compras externas
Relatório do USDA aponta risco de banimentos e mudanças nos limites de resíduos que podem impactar produtos agrícolas destinados ao mercado europeu
Cadeia produtiva nacional registra alta “assustadora” em dez anos, superando o ritmo de expansão dos maiores produtores globais
Relatório do USDA mostra alta nos estoques de milho, soja e trigo em 2025, com maior retenção nas fazendas e recuo no uso da soja.
Pacto cria cotas para proteínas e commodities e reduz tarifas gradualmente, mas efetividade depende de exigências regulatórias e sanitárias
Guerra e chuvas intensas reduzem o ritmo das exportações, forçando produtores a estocar trigo de qualidade e buscar mercados fora da Europa.
Nova regra permite pagamento único após 18 meses para atrair compradores na Ásia e África.
Relatórios da CME mostram maior liquidez nas opções de gado vivo com vencimento em fevereiro, às vésperas da expiração dos contratos.
Mesmo com recuo na produção das grandes potências agrícolas do Hemisfério norte o mercado mundial manteve estabilidade e preços firmes em 2025.
Relatório americano mostra o Brasil com baixo volume de compras agrícolas dos EUA, mas em disputa por mercados globais.
Alterações na lei favorecem produtores internos da Europa, enquanto países terceiros seguem com regras de controle.
Fenômenos extremos atingem grandes produtores de café, soja e trigo, pressionando as cotações no mercado internacional.
Medida de salvaguarda entrou em vigor em janeiro e afeta os principais fornecedores globais, incluindo o Brasil.
Queda de preços na América e avanços no Sudeste Asiático redesenham a competitividade dos grandes exportadores mundiais.
O aumento na oferta mundial busca recompor estoques baixos e atender ao consumo aquecido nos Estados Unidos e Europa.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Safra regional deve atingir 17,6 milhões de sacas em 2025/26, puxada pela recuperação hondurenha.
Produção de leite recua 0,5% em 2026, mas exportações de queijo atingem 425 mil toneladas.
Produção de Robusta deve alcançar 30,8 milhões de sacas em 2025/26, reforçando papel estratégico no mercado global.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.
Embargo à carne espanhola em grandes centros consumidores favorece aumento das exportações brasileiras para Ásia e América.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
Chuvas regulares e temperaturas amenas em países como França e Alemanha garantiram o melhor rendimento por hectare já registrado.
Projeções do USDA para 2026 indicam que a carne de frango atingirá um pico histórico nas exportações mundiais, enquanto as remessas de bovinos e suínos devem diminuir.
Enquanto a América do Sul projeta safra recorde de trigo, oleaginosas no Leste Europeu enfrentam queda significativa na área colhida e no rendimento.
O rígido controle sobre o setor rural pode inibir tecnologias essenciais para enfrentar desafios globais de produção e segurança alimentar.
Crescimento da produção leiteira é projetado para 2026, impulsionado pela demanda doméstica, exigindo atenção à crescente dependência externa.
Precipitação acima do limite ideal compromete colheita e qualidade do produto final processado.
USDA projeta forte expansão do cereal na América do Sul e Europa, enquanto a Indonésia enfrenta queda na oleaginosa.