Transformações Estruturais: O Novo Rumo do Mercado de Leite
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Safra regional deve atingir 17,6 milhões de sacas em 2025/26, puxada pela recuperação hondurenha.
Produção de leite recua 0,5% em 2026, mas exportações de queijo atingem 425 mil toneladas.
Produção de Robusta deve alcançar 30,8 milhões de sacas em 2025/26, reforçando papel estratégico no mercado global.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.
Embargo à carne espanhola em grandes centros consumidores favorece aumento das exportações brasileiras para Ásia e América.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
Chuvas regulares e temperaturas amenas em países como França e Alemanha garantiram o melhor rendimento por hectare já registrado.
Projeções do USDA para 2026 indicam que a carne de frango atingirá um pico histórico nas exportações mundiais, enquanto as remessas de bovinos e suínos devem diminuir.
Enquanto a América do Sul projeta safra recorde de trigo, oleaginosas no Leste Europeu enfrentam queda significativa na área colhida e no rendimento.
O rígido controle sobre o setor rural pode inibir tecnologias essenciais para enfrentar desafios globais de produção e segurança alimentar.
Crescimento da produção leiteira é projetado para 2026, impulsionado pela demanda doméstica, exigindo atenção à crescente dependência externa.
Precipitação acima do limite ideal compromete colheita e qualidade do produto final processado.
USDA projeta forte expansão do cereal na América do Sul e Europa, enquanto a Indonésia enfrenta queda na oleaginosa.
USDA destaca exportações bilionárias e alianças estratégicas, ampliando a competitividade agrícola americana na Ásia-Pacífico.
A modernização tecnológica nos sistemas de irrigação demonstra ganhos consistentes de eficiência no uso hídrico, elevando a produtividade agrícola.
Relatórios internacionais apontam desafios em biotecnologia, laticínios e comércio agrícola em diversos países.
Com novas oportunidades comerciais, o setor precisa reforçar planejamento, controle financeiro e disciplina de gestão para crescer de forma sustentável
Austrália projeta produção recorde de cevada e forte safra de trigo em 2025/26. Cazaquistão e Turquia (sequeiro) enfrentam quedas. África do Sul prevê mais milho para exportação. Queda no rebanho bovino da Turquia.
Novos padrões para aditivos e contaminantes em alimentos na China impactarão o mercado global; as revisões entram em vigor em 2026.
A liderança no rebanho global, dividida com o país, indica a necessidade de entender a dinâmica da concorrência na oferta mundial e sua influência no preço.
Problemas climáticos na Turquia, como temperaturas baixas, chuvas em excesso e estiagem, devem reduzir drasticamente as remessas internacionais de frutas de caroço.
USDA estima que o país represente 13% da oferta mundial até o final da década. Um ambiente de negócios estável, rastreabilidade e sustentabilidade são fundamentais.
O avanço do processamento da soja nos Estados Unidos pode representar uma nova fase no agro americano. A demanda por biocombustíveis reposiciona o setor e desenvolve a agroindústria interna.
A produção mundial de soja cresceu 5,97% e foi marcada por avanços e recuos entre os principais produtores. A China, maior compradora de soja do Brasil, registrou queda na produção.
O relatório do Fórum Econômico Mundial de 2025 destaca uma série de riscos globais que podem ter impactos significativos no agronegócio, na produção de alimentos e na segurança alimentar.