Transformações Estruturais: O Novo Rumo do Mercado de Leite
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Produção de leite recua 0,5% em 2026, mas exportações de queijo atingem 425 mil toneladas.
Produção de leite da UE deve cair 0,5% em 2026, afetada por regras ambientais e doenças animais.
Produção argentina deve subir para 12 milhões de toneladas em 2026, mas consumo interno pode despencar 31%.
Com preços mais baixos e produção 3% maior, os EUA devem exportar 621 mil toneladas de queijo em 2026.
Tendência de menos fazendas e mais eficiência deve gerar crescimento de 1,8% na produção australiana em 2026.
Preços elevados na Europa e retração nos EUA devem reduzir as remessas do produto em 2026.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Queda nas cotações de UHT, muçarela e pó afeta o faturamento da agroindústria. O mercado projeta piora de até 10% nas margens.
Compras externas avançam e pressionam o setor, enquanto exportações recuam e ampliam o desequilíbrio no mercado brasileiro.
Cotação do litro atinge R$ 2,44 em setembro, acumulando seis meses de recuo. Oferta alta e insumos caros sufocam a rentabilidade do negócio.
Forte ampliação na captação interna e importações elevadas criam cenário de saturação no mercado de leite.
Preço médio do leite cru no Brasil registra sexta queda consecutiva em setembro, apertando a rentabilidade de produtores e laticínios.
Queda nos preços pagos aos produtores e aumento na importação do leite em pó do Mercosul colocam em discussão políticas comerciais brasileiras.
Propriedades leiteiras com baixa produtividade podem obter receitas e margens melhores com leite, em relação à venda de novilhas, com gestão eficiente dos recursos.
Um bom planejamento de longo prazo e controle de processos pode ajudar produtores de leite a explorar um potencial inibido com recursos já existentes na propriedade.
A tecnologia de avaliação genética agiliza os processos de melhoramento do gado e torna-se fonte de receita para o agronegócio com produto de alto valor agregado.