Diárias do Cepea/Esalq USP: 30 de janeiro de 2026
Chuvas pressionam citros; frango perde frente à suína, mas ganha sobre bovina; ovos têm menor média em 6 anos.
Chuvas pressionam citros; frango perde frente à suína, mas ganha sobre bovina; ovos têm menor média em 6 anos.
Boi firme entre R$ 325–330/@; suínos caem 20%, mas carne brasileira lidera competitividade global.
Chuvas aliviam arábica e pressionam robusta; algodão reage acima da paridade; arroz firme com demanda ativa.
Mamão despenca até 51%, trigo lento, açúcar recua e etanol firme acima de R$ 3/l.
Feijão atinge maior preço em 9 meses; milho e soja recuam; mandioca limita quedas com demanda ativa.
Acordo Mercosul–UE amplia espaço para frango e citros; ovos disparam até 60% na semana.
Acordo UE–Mercosul abre espaço limitado para suínos; demanda firme sustenta preços da carne bovina.
Algodão exporta recorde, café aquece com alta externa e arroz segue lento à espera de leilões.
Importação de Trigo bate recorde, etanol supera R$ 3/l e açúcar recua com maior oferta.
Soja inicia colheita com recorde, mandioca favorecida pelo clima e feijão preto reage com força.
Tilápia recua nas exportações, ovos iniciam 2026 em forte queda e citros seguem com negócios lentos.
Café inicia 2026 com mercado restrito; robusta tem maior oferta, mas preços seguem pressionados.
Etanol cresce no fim do ano e açúcar recua com baixa liquidez nas festas.
Trigo diverge entre estados, algodão segue estável e arroz reage com expectativa positiva para leilões.
Feijão firme apesar de queda no PR, soja recupera farelo, milho segue fraco e mandioca recua menos.
Citros caem na UE e sobem nos EUA, ovos têm menor preço desde 2022 e frango perde força no fim do ano.
Suínos sobem com festas e boi valoriza cortes de churrasco no fim do ano.
Café exporta menos mas fatura mais, algodão recua em produção e arroz reage levemente nos preços.
Confinamento projeta retorno positivo, açúcar oscila, etanol bate recorde e trigo segue pressionado.
Feijão recua com menor oferta, soja aquece no spot, milho cai com demanda fraca e mandioca segue em baixa.
Frango sobe com oferta menor, ovos recuam apesar de recorde e citros projetam safra abaixo de 300 mi caixas.
Boi mantém preços firmes com oferta baixa; suínos têm maior queda exportadora desde 2015, mas abates recordes.
Tilápia segue firme, arroz recua, chuvas animam café e algodão avança para recorde de exportações.
Trigo diverge entre regiões, banana sobe no Vale, etanol mantém alta e açúcar volta a cair.
Milho mantém alta, mandioca recua forte, soja negocia devagar e feijão bate recorde de exportações.
Frango recua após três meses de alta, ovos perdem poder de compra e limão tahiti reage.
Consumo interno e exportações sustentam o boi, enquanto suínos mantêm preços estáveis e ganham espaço externo.
Algodão recua pelo sexto mês, arroz cai a mínima em 4 anos e café oscila sem sair do patamar.
Maçã sobe com oferta baixa, etanol tem negócios pontuais, açúcar reage e trigo recua com safra argentina.
Preços agrícolas variam: mandioca recua, soja atrasa plantio, milho sobe e feijão mantém queda.
Umidade favorece citros, mas clima extremo preocupa; ovos caem com menor diferença entre branco/vermelho e avicultor perde poder de compra.
Carne suína ganha competitividade e volatilidade do boi gordo cai pela metade em 2025.