Diárias do Cepea/Esalq USP: 15 de janeiro de 2026
Acordo UE–Mercosul abre espaço limitado para suínos; demanda firme sustenta preços da carne bovina.
Acordo UE–Mercosul abre espaço limitado para suínos; demanda firme sustenta preços da carne bovina.
Bezerro sobe 26,5% e ágio atinge 37% em Mato Grosso do Sul, impulsionado pela demanda recorde dos confinamentos.
O setor cafeeiro registra preços recordes sob impacto de clima irregular e estoques globais reduzidos.
Algodão exporta recorde, café aquece com alta externa e arroz segue lento à espera de leilões.
Com estoques elevados e liquidez travada, produtor enfrenta forte queda de rentabilidade ao longo de 2025.
Importação de Trigo bate recorde, etanol supera R$ 3/l e açúcar recua com maior oferta.
Setor atinge 8,1 milhões de toneladas até setembro com descarte de matrizes compensando a menor oferta de machos gordos.
Preços internos e externos recuaram em 2025, com exportações 11,6% menores e receita em queda de 24%, mesmo com restrições de oferta no Brasil.
Soja inicia colheita com recorde, mandioca favorecida pelo clima e feijão preto reage com força.
Relatório americano mostra o Brasil com baixo volume de compras agrícolas dos EUA, mas em disputa por mercados globais.
Nova técnica mapeia lavouras com 95% de acerto, facilitando o acesso do agricultor a crédito e políticas públicas.
Mesmo com recuo na ração, alta em outros insumos e no milho eleva custos operacionais e aperta rentabilidade no campo.
Tilápia recua nas exportações, ovos iniciam 2026 em forte queda e citros seguem com negócios lentos.
Agrosserviços e biodiesel sustentam a criação de novas vagas, compensando ajustes no campo.
Setor registra volumes recordes de exportação, enquanto monitora novas exigências no mercado chinês.
Tecnologia da Embrapa dobra oferta de mudas nacionais e fortalece autonomia do produtor rural brasileiro.
Suínos estáveis no início do ano e exportações recordes; boi amplia vendas à China, mas enfrenta salvaguardas.
Alterações na lei favorecem produtores internos da Europa, enquanto países terceiros seguem com regras de controle.
Adoção de protocolos contra brucelose reduz prejuízos reprodutivos e fortalece a competitividade do setor.
O saldo negativo do setor caiu 15,3% em novembro, impulsionado pela redução nas importações e pelo crescimento das exportações.
Fenômenos extremos atingem grandes produtores de café, soja e trigo, pressionando as cotações no mercado internacional.
Medida de salvaguarda entrou em vigor em janeiro e afeta os principais fornecedores globais, incluindo o Brasil.
Aplicativo lançado pela Embrapa integra pesquisadores e produtores via celular para elevar produtividade no campo.
Preços do UHT e muçarela recuam no atacado paulista devido à alta captação de leite e demanda retraída no mercado.
Café inicia 2026 com mercado restrito; robusta tem maior oferta, mas preços seguem pressionados.
Padrões oceânicos alternam entre a persistência do La Niña e o possível retorno do El Niño na primavera de 2026.
Apesar da queda no volume total colhido, salto na produtividade garante resiliência e estabilidade ao setor cerealista.
Etanol cresce no fim do ano e açúcar recua com baixa liquidez nas festas.
Pequenas fazendas familiares lideram produtividade e reduzem área plantada em 75% com uso de irrigação e internet.
Aumento da mistura obrigatória e demanda firme elevam o processamento industrial de soja ao maior patamar histórico.
Custo da alimentação animal sobe em dezembro, elevando a pressão sobre o produtor em um cenário de leite desvalorizado.
Janela de semeadura encurtada expõe a segunda safra a períodos de menor disponibilidade hídrica no campo.