Prevenção sanitária garante margens e segurança na pecuária
Adoção de protocolos contra brucelose reduz prejuízos reprodutivos e fortalece a competitividade do setor.
Adoção de protocolos contra brucelose reduz prejuízos reprodutivos e fortalece a competitividade do setor.
O saldo negativo do setor caiu 15,3% em novembro, impulsionado pela redução nas importações e pelo crescimento das exportações.
Fenômenos extremos atingem grandes produtores de café, soja e trigo, pressionando as cotações no mercado internacional.
Medida de salvaguarda entrou em vigor em janeiro e afeta os principais fornecedores globais, incluindo o Brasil.
Aplicativo lançado pela Embrapa integra pesquisadores e produtores via celular para elevar produtividade no campo.
Preços do UHT e muçarela recuam no atacado paulista devido à alta captação de leite e demanda retraída no mercado.
Cientistas reuniram mais de 2.600 exemplares, formando uma reserva genética que funciona como “poupança” para o futuro da tilapicultura, responsável por 65% da produção de peixes cultivados no Brasil.
Café inicia 2026 com mercado restrito; robusta tem maior oferta, mas preços seguem pressionados.
Padrões oceânicos alternam entre a persistência do La Niña e o possível retorno do El Niño na primavera de 2026.
Apesar da queda no volume total colhido, salto na produtividade garante resiliência e estabilidade ao setor cerealista.
Etanol cresce no fim do ano e açúcar recua com baixa liquidez nas festas.
Pequenas fazendas familiares lideram produtividade e reduzem área plantada em 75% com uso de irrigação e internet.
Aumento da mistura obrigatória e demanda firme elevam o processamento industrial de soja ao maior patamar histórico.
Custo da alimentação animal sobe em dezembro, elevando a pressão sobre o produtor em um cenário de leite desvalorizado.
Janela de semeadura encurtada expõe a segunda safra a períodos de menor disponibilidade hídrica no campo.
Frango cresce com exportações, ovos avançam em produção e consumo, e leite exige cautela em 2026.
Cultivares BRS Sol Bahia e Diamante dispensam uso de agrotóxicos, elevando ganhos e a proteção da produção nacional.
Excesso de oferta e custos em alta reduzem as margens dos produtores, com preços recuando 5,9% em outubro.
Milho inicia com estoques altos, citros enfrentam doenças, soja recorde, feijão ajusta consumo e mandioca recua.
Queda de preços na América e avanços no Sudeste Asiático redesenham a competitividade dos grandes exportadores mundiais.
O aumento na oferta mundial busca recompor estoques baixos e atender ao consumo aquecido nos Estados Unidos e Europa.
Avanço na agroindústria e recordes de produção elevam a participação do setor para 5,7% da economia nacional.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Safra regional deve atingir 17,6 milhões de sacas em 2025/26, puxada pela recuperação hondurenha.
Produção de leite recua 0,5% em 2026, mas exportações de queijo atingem 425 mil toneladas.
O uso de touros selecionados via inseminação artificial transforma a estrutura do rebanho e garante bezerros mais pesados na régua.
Produção de leite da UE deve cair 0,5% em 2026, afetada por regras ambientais e doenças animais.
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
Produção argentina deve subir para 12 milhões de toneladas em 2026, mas consumo interno pode despencar 31%.
Produção de Robusta deve alcançar 30,8 milhões de sacas em 2025/26, reforçando papel estratégico no mercado global.
O país detém o quarto maior rebanho mundial e aposta em genética de ponta para elevar exportações no setor.
Fluxo global projeta 62,8 milhões de toneladas com destaque para exportações asiáticas e novos patamares de consumo.