Leite reage no campo, mas custos e diesel limitam recuperação
Após nove meses de queda, preço sobe 0,9% em janeiro, mas alta de custos e do combustível mantém pressão sobre margens do produtor
Após nove meses de queda, preço sobe 0,9% em janeiro, mas alta de custos e do combustível mantém pressão sobre margens do produtor
Após nove meses de recuo, valor pago ao produtor reage com ajustes na oferta; custo de produção subiu 1,32%
Preço médio cai para R$ 1,99 em dezembro, enquanto custos sobem e apertam as margens no início de 2026, segundo o Cepea/Esalq USP
Investimento em sistemas computadorizados e melhoria genética garante salto de 32% na oferta de leite e aposenta estimulantes artificiais
Protocolos detalham como o manejo animal e a conservação do solo integram estratégia para neutralizar gases estufa.
Desvalorização real acumulada no ano atinge R$ 1,9966 por litro em dezembro; altos estoques e custos limitam ganhos.
Mesmo com recuo na ração, alta em outros insumos e no milho eleva custos operacionais e aperta rentabilidade no campo.
O saldo negativo do setor caiu 15,3% em novembro, impulsionado pela redução nas importações e pelo crescimento das exportações.
Custo da alimentação animal sobe em dezembro, elevando a pressão sobre o produtor em um cenário de leite desvalorizado.
Excesso de oferta e custos em alta reduzem as margens dos produtores, com preços recuando 5,9% em outubro.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Produção de leite da UE deve cair 0,5% em 2026, afetada por regras ambientais e doenças animais.
Produção argentina deve subir para 12 milhões de toneladas em 2026, mas consumo interno pode despencar 31%.
Tendência de menos fazendas e mais eficiência deve gerar crescimento de 1,8% na produção australiana em 2026.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Iniciativa reconhece fazendas leiteiras que alcançaram os melhores resultados no país, em desempenho econômico, produtivo e nutricional, com apoio da ferramenta Monitor Margin Milk (MMM) da De Heus.
Crescimento da produção leiteira é projetado para 2026, impulsionado pela demanda doméstica, exigindo atenção à crescente dependência externa.
Queda nas cotações de UHT, muçarela e pó afeta o faturamento da agroindústria. O mercado projeta piora de até 10% nas margens.
Compras externas avançam e pressionam o setor, enquanto exportações recuam e ampliam o desequilíbrio no mercado brasileiro.
Cotação do litro atinge R$ 2,44 em setembro, acumulando seis meses de recuo. Oferta alta e insumos caros sufocam a rentabilidade do negócio.
Forte ampliação na captação interna e importações elevadas criam cenário de saturação no mercado de leite.
Preço médio do leite cru no Brasil registra sexta queda consecutiva em setembro, apertando a rentabilidade de produtores e laticínios.
Queda nos preços pagos aos produtores e aumento na importação do leite em pó do Mercosul colocam em discussão políticas comerciais brasileiras.
A doença não apresenta sinais visíveis e compromete produção, lucro e qualidade do leite, exigindo controle rigoroso.
Certificado de pureza de origem (PO) da raça, obtido pela Embrapa, permite a comercialização de material genético que contém a rusticidade e resiliência climática dos animais, essenciais para a região.
Propriedades leiteiras com baixa produtividade podem obter receitas e margens melhores com leite, em relação à venda de novilhas, com gestão eficiente dos recursos.
Um bom planejamento de longo prazo e controle de processos pode ajudar produtores de leite a explorar um potencial inibido com recursos já existentes na propriedade.
O abate de suínos, bovinos e frangos atingiu os maiores patamares da série histórica para o período. A produção de leite atingiu o segundo patamar mais alto da série, que considera o primeiro trimestre dos anos.
Algumas das principais commodities negociadas no mundo sofreram grande variação durante o ano de 2024. Em alguns casos as cotações brasileiras ficaram distantes dos preços internacionais.
A tecnologia de avaliação genética agiliza os processos de melhoramento do gado e torna-se fonte de receita para o agronegócio com produto de alto valor agregado.
Brasil é o principal destino das exportações de leite em pó argentino. O impacto da entrada do produto pode ser uma saída silenciosa de pequenos produtores, prejudicando toda a cadeia produtiva leiteira.
Ao longo de uma década, a Produção Pecuária Brasileira Registrou Crescimento na Produção de Ovos, Leite e nos Rebanhos Bovino, Suíno e Galináceos.