Baixa rentabilidade trava expansão da área de trigo em 2026
Com margens pressionadas e área sem reação, Brasil segue dependente de importações para equilibrar o mercado interno.
Com margens pressionadas e área sem reação, Brasil segue dependente de importações para equilibrar o mercado interno.
Baixos preços e crédito restrito desestimulam plantio; exportações brasileiras podem chegar a 2,1 milhões de toneladas.
Redução de 0,7% no volume total é impulsionada pelo desempenho de laranjas tardias abaixo do esperado.
O setor cafeeiro registra preços recordes sob impacto de clima irregular e estoques globais reduzidos.
Fenômenos extremos atingem grandes produtores de café, soja e trigo, pressionando as cotações no mercado internacional.
Padrões oceânicos alternam entre a persistência do La Niña e o possível retorno do El Niño na primavera de 2026.
Janela de semeadura encurtada expõe a segunda safra a períodos de menor disponibilidade hídrica no campo.
Frango cresce com exportações, ovos avançam em produção e consumo, e leite exige cautela em 2026.
Milho inicia com estoques altos, citros enfrentam doenças, soja recorde, feijão ajusta consumo e mandioca recua.
Queda de preços na América e avanços no Sudeste Asiático redesenham a competitividade dos grandes exportadores mundiais.
O aumento na oferta mundial busca recompor estoques baixos e atender ao consumo aquecido nos Estados Unidos e Europa.
Indústria se adapta a exigências ambientais e de consumo, mirando eficiência e adaptação às tendências.
Safra regional deve atingir 17,6 milhões de sacas em 2025/26, puxada pela recuperação hondurenha.
Produção total recua para 63 milhões de sacas em 2025/26; exportações caem para 37 milhões.
Produção de Robusta deve alcançar 30,8 milhões de sacas em 2025/26, reforçando papel estratégico no mercado global.
Fluxo global projeta 62,8 milhões de toneladas com destaque para exportações asiáticas e novos patamares de consumo.
Com preços mais baixos e produção 3% maior, os EUA devem exportar 621 mil toneladas de queijo em 2026.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.
Preços elevados na Europa e retração nos EUA devem reduzir as remessas do produto em 2026.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
Chuvas regulares e temperaturas amenas em países como França e Alemanha garantiram o melhor rendimento por hectare já registrado.
Projeções do USDA para 2026 indicam que a carne de frango atingirá um pico histórico nas exportações mundiais, enquanto as remessas de bovinos e suínos devem diminuir.
Enquanto a América do Sul projeta safra recorde de trigo, oleaginosas no Leste Europeu enfrentam queda significativa na área colhida e no rendimento.
Precipitação acima do limite ideal compromete colheita e qualidade do produto final processado.
USDA projeta forte expansão do cereal na América do Sul e Europa, enquanto a Indonésia enfrenta queda na oleaginosa.
O Custo Operacional Efetivo na produção do vegetal cresceu nas duas principais áreas, mas a dinâmica dos valores difere entre si.
As perdas do Rio Grande do Sul devido a fatores climáticos pontuam o desafio da resiliência do agronegócio e a queda em postos de trabalho no estado.
O mercado de insumos agrícolas no Brasil apresenta sinais mistos para a safra 2025/2026, com o produtor buscando fontes mais competitivas e reconfigurando estratégias de compra.
O 2o levantamento da Conab sobre a Safra de Cana-de-açúcar 2025/26 estima uma colheita 1,2% menor que a safra atual, mesmo com um aumento de 1% na área total.