Recorde nas exportações mexe com prazos e preços na pecuária
Contratos de longo prazo ganham preferência para cumprimento das exportações, enquanto cenário de preços locais manteve estabilidade.

Contratos ganham espaço e enfraquecem o mercado spot
O mercado físico de balcão perdeu espaço para os acordos de longo prazo. Grandes indústrias priorizaram lotes contratados antecipadamente para cumprir as exportações, o que enfraqueceu as negociações pontuais.
As cotações da arroba mostraram uma constância rara no campo. A amplitude de preços em São Paulo foi drasticamente menor do que a registrada em 2024. Em termos reais, a média anual ficou 18% acima do ciclo passado.
- Média anual: Valor 18% superior ao de 2024 em termos reais.
- Variação em SP: Amplitude de R$ 36,70 contra R$ 137,35 no ano anterior.
- Teto do mercado: Valor máximo da arroba atingiu R$ 328,50 em meados de abril.
China e EUA puxam crescimento dos embarques
O Brasil alcançou um patamar inédito no comércio exterior em 2025. O país embarcou 3,458 milhões de toneladas de proteína bovina para o mundo. Esse volume representa uma expansão de 20,3% sobre o ano anterior.
A China consolidou-se ainda mais como o principal parceiro comercial. As vendas para os chineses saltaram 24,6%, elevando sua fatia no volume total exportado. Os Estados Unidos também ampliaram suas compras.
- Volume recorde: Embarque total de 3,458 milhões de toneladas de carne.
- Predomínio Chinês: Participação da China subiu para 48% do volume exportado.
- Avanço Americano: Crescimento de 18,3% nas vendas para os Estados Unidos.
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