EUA ampliam liderança global nas exportações de queijo em 2026
Com preços mais baixos e produção 3% maior, os EUA devem exportar 621 mil toneladas de queijo em 2026.
Com preços mais baixos e produção 3% maior, os EUA devem exportar 621 mil toneladas de queijo em 2026.
O segmento arrozeiro encara redução de volume e forte concorrência externa, afetando a remuneração final ao produtor.
Tendência de menos fazendas e mais eficiência deve gerar crescimento de 1,8% na produção australiana em 2026.
Produção global de 540,4 milhões de toneladas garante suprimento; consumo e estoques seguem em patamares elevados.
Preços elevados na Europa e retração nos EUA devem reduzir as remessas do produto em 2026.
Embargo à carne espanhola em grandes centros consumidores favorece aumento das exportações brasileiras para Ásia e América.
O ano de 2026 para o setor lácteo será de crescimento, com destaque para a produção de queijos e o foco na eficiência das fazendas.
Trigo diverge entre estados, algodão segue estável e arroz reage com expectativa positiva para leilões.
Parceria da Embrapa e Morfo Brasil aposta em inovação para recuperar 12,5 milhões de hectares até 2030. Agronegócio deve se beneficiar da tecnologia.
Produção cai para 13,8 milhões de sacas em 2025/26; exportações recuam para 11,5 milhões.
Resíduo rural garante luz estável quando reservatórios baixam e sistemas fotovoltaicos param durante o horário noturno.
Feijão firme apesar de queda no PR, soja recupera farelo, milho segue fraco e mandioca recua menos.
Pesquisa da Embrapa revela que o alho reduz parasitas em alevinos, sem toxidade e com alternativas sustentáveis.
Sincronizar a gestação das matrizes com a oferta de forragem reduz perdas e otimiza o desenvolvimento dos lotes.
Valorização dos insumos em novembro levou a relação de troca ao pior nível do semestre para o produtor paulista.
Iniciativa reconhece fazendas leiteiras que alcançaram os melhores resultados no país, em desempenho econômico, produtivo e nutricional, com apoio da ferramenta Monitor Margin Milk (MMM) da De Heus.
Estudo internacional mapeia genes essenciais para elevar a oferta de biomassa e a resistência da cultura no Brasil.
Com safra histórica e expansão nos embarques, país assume a dianteira do comércio mundial, superando a fatia americana.
Citros caem na UE e sobem nos EUA, ovos têm menor preço desde 2022 e frango perde força no fim do ano.
A tecnologia da Embrapa utiliza luz e inteligência artificial para detectar anomalias em soja e algodão.
Estratégias como estação de monta e IATF garantem bezerros mais pesados e aceleram o retorno financeiro do produtor rural.
Suínos sobem com festas e boi valoriza cortes de churrasco no fim do ano.
Oferta elevada pressiona preços globais, com China e Brasil liderando colheitas e EUA enfrentando concorrência acirrada.
A população rural sem cadastro formal no campo é o grupo de maior risco de crédito. O índice de inadimplência atinge 10,5% nesse segmento.
Café exporta menos mas fatura mais, algodão recua em produção e arroz reage levemente nos preços.
Chuvas regulares e temperaturas amenas em países como França e Alemanha garantiram o melhor rendimento por hectare já registrado.
O setor suinícola brasileiro navega em equilíbrio de preços internos, mas atenção está no cenário global, com potencial de ganhos externos.
Pesquisa inédita revela potencial nutricional e valor de mercado dos feijões do Juruá.
Confinamento projeta retorno positivo, açúcar oscila, etanol bate recorde e trigo segue pressionado.
Projeções do USDA para 2026 indicam que a carne de frango atingirá um pico histórico nas exportações mundiais, enquanto as remessas de bovinos e suínos devem diminuir.
Enquanto a América do Sul projeta safra recorde de trigo, oleaginosas no Leste Europeu enfrentam queda significativa na área colhida e no rendimento.
O setor enfrenta pressão de crédito. Grandes proprietários de terras registram alta taxa de inadimplência, a segunda maior do agronegócio.