Diárias do Cepea/Esalq USP: 3 de dezembro de 2025
Algodão recua pelo sexto mês, arroz cai a mínima em 4 anos e café oscila sem sair do patamar.
Algodão recua pelo sexto mês, arroz cai a mínima em 4 anos e café oscila sem sair do patamar.
Relatório da CNA aponta o avanço chinês no fornecimento de fertilizantes, superando o volume russo no acumulado do ano. Demanda global pressiona a ureia.
Trabalho realizado na Unicamp utilizou solventes ambientalmente amigáveis e ondas ultrassônicas para remover substâncias – usadas em alimentos, cosméticos e suplementos por causa de seus efeitos benéficos à saúde – e aumentar sua absorção pelo organismo
Maçã sobe com oferta baixa, etanol tem negócios pontuais, açúcar reage e trigo recua com safra argentina.
Preços agrícolas variam: mandioca recua, soja atrasa plantio, milho sobe e feijão mantém queda.
Relatórios internacionais apontam desafios em biotecnologia, laticínios e comércio agrícola em diversos países.
Mesmo com menos pecuaristas, número de animais confinados cresce e margens se mantêm positivas.
Umidade favorece citros, mas clima extremo preocupa; ovos caem com menor diferença entre branco/vermelho e avicultor perde poder de compra.
Queda nas cotações de UHT, muçarela e pó afeta o faturamento da agroindústria. O mercado projeta piora de até 10% nas margens.
Carne suína ganha competitividade e volatilidade do boi gordo cai pela metade em 2025.
Soluções para agricultores familiares do arquipélago do Marajó, no Pará, foram destaque na AgriZone da COP30
Com novas oportunidades comerciais, o setor precisa reforçar planejamento, controle financeiro e disciplina de gestão para crescer de forma sustentável
Retirada de tarifa dos EUA anima café, arroz tem 10º mês de margem negativa e algodão se sustenta com exportação recorde.
Compras externas avançam e pressionam o setor, enquanto exportações recuam e ampliam o desequilíbrio no mercado brasileiro.
Feriado limita venda de alface, etanol segue firme e dólar sustenta preços do trigo.
Cotação do litro atinge R$ 2,44 em setembro, acumulando seis meses de recuo. Oferta alta e insumos caros sufocam a rentabilidade do negócio.
Milho firme com foco na safra de verão, citros ganha alívio tarifário nos EUA, e soja sobe com menor oferta mundial projetada.
Austrália projeta produção recorde de cevada e forte safra de trigo em 2025/26. Cazaquistão e Turquia (sequeiro) enfrentam quedas. África do Sul prevê mais milho para exportação. Queda no rebanho bovino da Turquia.
Etanol recua em SP e Nordeste em outubro, com maior volume no spot e pressão da gasolina.
Pesquisa detalha métodos para medir e fechar a diferença entre a produção atual e o potencial máximo de uma fazenda, garantindo crescimento sustentável do setor.
O alinhamento da atividade aos Objetivos de Desenvolvimento da ONU fortalece a posição do país em negociações internacionais.
Suíno tem piora no poder de compra, ovos caem pela 2ª semana, frango enfraquece, e boi registra estabilidade e alta.
A venda de 1 kg de frango vivo permite comprar mais milho e farelo de soja no estado de SP; relação de troca melhora.
Relação de troca melhora em outubro e aumenta poder de compra do avicultor frente a milho e soja.
A gestão de eficiência na produção canavieira é cada vez mais associada à alocação de frota entre serviços externos e operações internas.
O Custo Operacional Efetivo na produção do vegetal cresceu nas duas principais áreas, mas a dinâmica dos valores difere entre si.
Apesar do vasto número de pequenos agricultores, a maior parte do volume de feijão comercializado no Brasil provém de um reduzido grupo de grandes plantações.
Algodão se sustenta com exportação forte, arroz tem queda branda no RS e café enfrenta barreira tarifária nos EUA.
Novos padrões para aditivos e contaminantes em alimentos na China impactarão o mercado global; as revisões entram em vigor em 2026.
Exportação de arroz tailandês em baixa; produção de milho estável; produção de leite na Ucrânia continua em declínio.
A alimentação doméstica registrou um recuo de preços no mês de outubro. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 0,09%.
As perdas do Rio Grande do Sul devido a fatores climáticos pontuam o desafio da resiliência do agronegócio e a queda em postos de trabalho no estado.