Preço real do leite cai 19% em um ano com alta de custos no campo
Cotação do litro atinge R$ 2,44 em setembro, acumulando seis meses de recuo. Oferta alta e insumos caros sufocam a rentabilidade do negócio.
Cotação do litro atinge R$ 2,44 em setembro, acumulando seis meses de recuo. Oferta alta e insumos caros sufocam a rentabilidade do negócio.
Milho firme com foco na safra de verão, citros ganha alívio tarifário nos EUA, e soja sobe com menor oferta mundial projetada.
Austrália projeta produção recorde de cevada e forte safra de trigo em 2025/26. Cazaquistão e Turquia (sequeiro) enfrentam quedas. África do Sul prevê mais milho para exportação. Queda no rebanho bovino da Turquia.
Suíno tem piora no poder de compra, ovos caem pela 2ª semana, frango enfraquece, e boi registra estabilidade e alta.
A venda de 1 kg de frango vivo permite comprar mais milho e farelo de soja no estado de SP; relação de troca melhora.
A gestão de eficiência na produção canavieira é cada vez mais associada à alocação de frota entre serviços externos e operações internas.
O Custo Operacional Efetivo na produção do vegetal cresceu nas duas principais áreas, mas a dinâmica dos valores difere entre si.
Algodão se sustenta com exportação forte, arroz tem queda branda no RS e café enfrenta barreira tarifária nos EUA.
Novos padrões para aditivos e contaminantes em alimentos na China impactarão o mercado global; as revisões entram em vigor em 2026.
Exportação de arroz tailandês em baixa; produção de milho estável; produção de leite na Ucrânia continua em declínio.
Forte ampliação na captação interna e importações elevadas criam cenário de saturação no mercado de leite.
Cenoura em queda com oferta elevada, Etanol se aquece em SP e Trigo recua com recorde mundial.
Produção maior e importações elevadas aumentam oferta interna, mantendo preços em queda nas principais regiões.
Mandioca tem colheita lenta com produtores desinteressados, soja com pouca negociação e feijão cai com alta oferta.
A demanda por proteína animal no globo reflete a melhoria do poder aquisitivo nos grandes mercados consumidores, o que afeta a exportação brasileira.
Exportação fraca mantém indústria de laranja cautelosa, frango tem 2º maior volume exportado e ovos caem no interno, mas sobem nas vendas externas.
Aumento do volume de grãos e derivados garante crescimento na cadeia produtiva, com renda revertendo queda de três anos consecutivos.
Entre janeiro e setembro de 2025, o volume importado de fertilizantes pelo Brasil superou em 7 por cento o registrado no mesmo período de 2024.
Exportações recordes mantêm alta para a carne bovina; suínos reagem após estabilidade com demanda interna e volumes externos.
Preço médio do leite cru no Brasil registra sexta queda consecutiva em setembro, apertando a rentabilidade de produtores e laticínios.
Arroz em queda no RS e exportações de algodão em alta; clima favorece lavouras de café arábica.
O mercado de insumos agrícolas no Brasil apresenta sinais mistos para a safra 2025/2026, com o produtor buscando fontes mais competitivas e reconfigurando estratégias de compra.
Etanol sobe com usinas firmes, açúcar recua com NY e trigo em queda com colheita; tilápia registra forte alta.
Produção nacional bate recorde com alta tecnologia, mas entrada de tilápia vietnamita preocupa produtores locais.
O setor da fruticultura nacional enfrenta o risco de pressão nos preços devido à maior competição estrangeira, o que pode impactar a sustentabilidade de pequenos produtores.
Problemas climáticos na Turquia, como temperaturas baixas, chuvas em excesso e estiagem, devem reduzir drasticamente as remessas internacionais de frutas de caroço.
Mandioca estável com menor demanda; feijão exporta recorde; milho firme e soja/farelo com volume de embarques recorde
Laranja tem queda de preços pagos à indústria, preço médio da carne de frango sobe em outubro e cotação do ovo registrou queda em outubro.
Reposição de bovinos para o ciclo da pecuária tem alta acima do boi gordo. Carne suína com o segundo menor estoque de 2025.
Setor agropecuário registra saldo positivo em setembro, com destaque para culturas e estados que puxaram a recuperação.
Queda nos preços do arroz e agentes cautelosos, oscilação e volatilidade nos preços do café e menor patamar histórico do preço do algodão.
Alta do mamão, queda nos preços do etanol, reação do açúcar e avanço das colheitas do trigo.