Pecuária mira nichos premium para escapar da baixa rentabilidade
Especialização técnica, genética e padronização são apontadas como caminho para acessar mercados que pagam mais pela carne
Especialização técnica, genética e padronização são apontadas como caminho para acessar mercados que pagam mais pela carne
Necessidade de diversificar mercados exigem customização da oferta, dados e boas práticas para reduzir riscos e remunerar melhor o produtor
Medida de salvaguarda entrou em vigor em janeiro e afeta os principais fornecedores globais, incluindo o Brasil.
A demanda por proteína animal no globo reflete a melhoria do poder aquisitivo nos grandes mercados consumidores, o que afeta a exportação brasileira.
O setor nacional de gado de corte alcança patamar de referência mundial, exigindo foco em melhorias internas e adaptação às tendências de comércio internacional.
Os três países produzem, juntos, 51,78% da carne bovina, 44,39% da carne suína e 71,51% da carne de frango distribuída mundialmente.
Envios totalizaram 300 milhões de toneladas. As exportações cresceram 20,7%, enquanto a receita cresceu 49,8%, em relação ao mesmo período de 2024.
A carne bovina passa a dividir espaço na mesa com a carne de peixe (mais saudável) ou proteínas substitutas como frango e porco (mais baratas).
A rastreabilidade da carne bovina firmou-se um dos principais ativos da pecuária sustentável. Entre outros fatores, porque garante a sustentabilidade…
O abate de suínos, bovinos e frangos atingiu os maiores patamares da série histórica para o período. A produção de leite atingiu o segundo patamar mais alto da série, que considera o primeiro trimestre dos anos.
O protocolo que integra pecuária de corte à produção de madeira (Tectona grandis) oferece bom retorno financeiro e pode melhorar o balanço de carbono do agro com produção de carne consorciada à silvicultura.
O novo status de Pecuária Livre de Aftosa sem Vacinação alavanca a reputação do agronegócio brasileiro, garantindo a qualidade e segurança da carne, leite e derivados produzidos, com práticas sustentáveis.
Para o VP de Agro da Falconi, André Paranhos, processos e gestão “bem definida” se sobressai na hora de manter a atenção do mercado internacional.
Combinando diferentes técnicas, pesquisadores da Unesp revelaram vias biológicas relacionadas à maciez, deposição de gordura e outras características relevantes da carne da raça bovina predominante no Brasil. Resultados podem otimizar estratégias para melhorar a qualidade dos produtos e fortalecer a competitividade da pecuária nacional.
A produção de carne bovina cresceu 13% no mundo, entre 2015 e 2024. No Brasil, o Centro-oeste domina a bovinocultura de corte com 35% da produção nacional de carne bovina.